GESTANTES NÃO DEVEM “COMER POR DOIS”, E SIM CUIDAR DA ALIMENTAÇÃO DOS DOIS!

Publicado em 18/11/2014

A Especial Nutre contribuiu com uma publicação no site do Criobanco orientando as gravidinhas sobre a alimentação nessa fase da vida.

 

Ser mãe é um desejo de muitas mulheres. Gerar uma vida é uma grande responsabilidade e necessita dedicação e amor. A gestação é um momento especial e entre os muitos cuidados que exige, destacamos a alimentação.
 
É importante saber que todos os alimentos ingeridos pela mãe serão também ingeridos pelo bebê. Por isso, o acompanhamento nutricional é indicado para sanar as possíveis dúvidas e seguir uma dieta personalizada, de acordo com o momento da gestação.
  
A mulher gestante deve ter uma alimentação equilibrada, variada e de qualidade, ou seja, ao longo do dia é importante ingerir frutas e verduras variadas (fontes de vitaminas, minerais e fibras), proteína magra (frango ou peixe), carboidrato integral (pães integrais, massas integrais, arroz integral), gordura boa (peixes, azeite, castanhas) e muita água. Tudo isso aliado à prática de atividades físicas. Esses nutrientes auxiliam na formação e no desenvolvimento do bebê durante a gravidez e evitam doenças ao longo da vida.
  
Nos primeiros três meses, não é necessário o aumento energético na dieta da futura mamãe, apenas manter uma boa rotina alimentar, conciliando com os exercícios físicos. Algumas mulheres falam em se alimentar por dois quando estão grávidas, o famoso “tenho que comer por duas pessoas”, mas não é bem assim. O indicado é controlar o ganho de peso, garantindo a saúde da mãe e do bebê. O ganho de peso ideal durante uma gravidez é de 11 a 16 Kg (IOM, 2009).
  
Durante a gestação, alguns micronutrientes são fundamentais. São eles: ferro (carnes, ovos, leguminosas, verduras), cálcio (leite e derivados, ovos) e ácido fólico (vegetais verdes escuros, cereais e frutas cítricas), esses nutrientes são responsáveis pela formação do bebê. É comum que ferro e ácido fólico sejam suplementados, pois não se consegue atingir o nível necessário apenas com a alimentação. A dica é conversar com o seu médico/nutricionista sobre a suplementação desses nutrientes.
  
Também existem alguns nutrientes que devem ser evitados, como adoçantes e açúcares em excesso, cafeína e álcool, que podem prejudicar o desenvolvimento adequado da criança. Outra recomendação importante é evitar o uso excessivo de sal, gorduras, embutidos e enlatados, pois esses alimentos possuem muito sódio e aumentam o inchaço do corpo. As grávidas devem optar pelos temperos naturais para o preparo dos alimentos: cebolinha, manjericão, hortelã, orégano, salsinha, azeite, cebola e alho, ou temperos prontos que são livres de sal e sódio. Os alimentos orgânicos são os mais indicados por serem naturais e sem agrotóxicos. Estes, em excesso, estão associados ao risco para eventos adversos na gestação, como parto prematuro e maturação inadequada (CREMONESE et al, 2012).
  
A alimentação durante a gravidez não deve ser encarada com um desafio, algo difícil de fazer, mas sim como algo benéfico que a mãe e o bebê levarão para o resto da vida. Uma alimentação equilibrada é importante em todas as idades para viver bem consigo mesmo, com mais saúde e disposição.
 
 
Raíza Fenandes de Mello 
Nutricionista

 

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